Por conta do final do ano, recesso, planejamento, revisões de planos, etc, etc, eu fiquei mais ácido, venenoso e questionador em meus textos e talvez um dos lados do ato de empreender tenha ficado meio de lado. Alguns leitores comentaram, então vou um pouco pro outro lado.
No meu livro o @nizanguanaes disse: “Empreender é como a gravidez. É uma hecatombe. Um negócio que pega a sua mulher, que é uma gostosinha, e deforma ela, fica com o nariz inchado, a cara chorosa, os peitos enormes. Mas aquilo vai formando um lado bom SEU e, no final, ela dá à luz e você entende todo o processo” e acho que ele não poderia ter explicado melhor o que é essa maluquice de empreender.
Não é trabalho.
Não é obrigação.
É querer que a 2a feira chegue.
É vibração intensa com as pequenas coisas.
É a sensação de fazer diferença.
É missão, desafio.
É motivo de nos mexermos.
É, como resumo de tudo isso, dar um sentido pra nossa vida. E isso me parece uma das coisas mais poderosas para o Ser Humano.
Mas, claro, como tudo na vida, empreender também tem o seu preço, e tenho falado bastante disso.
É prazer.
É acreditar que o que temos para oferecer aos outros é bom e legal.
É aprender que há muito mais a aprender do que a ensinar.
É saber que jamais estamos sós, nem mesmo quando ninguém nos ajuda.
É amar aquilo que acreditamos, por mais insensato que possa parecer aos outros.