Archive for the ‘Artigos Bob’ Category
Empreender é montanha-russa daqueles de deixar até a Disney sem graça.
Normalmente, navega-se nesta montanha-russa o dia todo e, no meu caso, a noite toda. Vou da explosão de felicidade e da sensação de realização das mais completas que já senti, a uma sensação de desolação profunda e vontade de chutar o balde em 1 minuto. E vice-versa. E tudo várias vezes em um mesmo dia.
A maioria das pessoas quer muito ser criativa, afinal de contas no mundo da informação, é importante ser criativo.
Isso vale para tudo, de boas ideias publicitárias obviamente, à capacidade de tuitar coisas divertidas, passando pela capacidade de resolver problemas e indo até a competência de conseguir pensar fora da caixa para inovar. Read the rest of this entry »
É divertido observar como o fenômeno das tais mídias sociais está sendo invadido por todo o tipo de especialista de plantão e de última hora.
Tem de meninos e meninas que têm um blog e que se auto-intitulam #xoxialmidiaspecialists mas nunca fizeram nada em comunicação além de comunicar seus próprios blogs e twittter, a tiozões publicitários que resolvem aderir à última moda e saem por aí também vestidos de #xoxialmidiaexperts que, se entendem de marca, de comunicação e de propaganda, geralmente têm tanta vivência com a web e a área xoxial quanto tem com seus filhos plugados, ou seja, quase nenhuma. Read the rest of this entry »
Uma semana de CampusParty – se você acha que eu dormi lá, lamento informar que ainda não foi este ano, pois tive uma semana com quase 15 reuniões, algumas delas super importantes e estratégicas pro meu negócio, onde não poderia aparecer com cara amarfanhada de #CPartyBR… mas, ano que vem, garanto que passarei uma noite por lá – deixa qualquer um pensando no que foi esse turbilhão criativo e de energia que passou pela sua vida nesta semana.
De uma utopia de um espaço livre, onde você faz o que quer – de baixar a internetz inteira pro seu computador – a gritar no meio da madrugada sem motivo aparente fora a vontade de gritar, passando pelas centenas de debates, papos, conversar, desconferências, conferências, encontros, etc, etc, a Campus Party é, como bem diz o nome, uma tremenda festa (quem nunca foi, só indo lá ver pra entender!) e como toda boa festa, você sai de lá cansado, mas animado, mais leve, com bons pensamentos e ideias.
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Como faço muitas vezes, dei uma aula para uma turma de trainees de uma grande empresa. Além de atitude empreendedora, o tema desta vez abrangia também “viver em rede”, ou seja, um novo jeito de pensar, mais colaborativo, sempre em beta, com nova relação de poder, forças e relacionamento entre as pessoas.
Foi um desafio bacana e, pela turma ser zero-bala, ou seja, sequer começou a trabalhar na empresa ainda, foi riquíssimo. Quase que uma preparação ritualística para a chegada dos jovens à empresa, que os quer pilhados, turbinados e pensando em rede. Bela iniciativa da empresa. Read the rest of this entry »
Por conta do final do ano, recesso, planejamento, revisões de planos, etc, etc, eu fiquei mais ácido, venenoso e questionador em meus textos e talvez um dos lados do ato de empreender tenha ficado meio de lado. Alguns leitores comentaram, então vou um pouco pro outro lado.
No meu livro o @nizanguanaes disse: “Empreender é como a gravidez. É uma hecatombe. Um negócio que pega a sua mulher, que é uma gostosinha, e deforma ela, fica com o nariz inchado, a cara chorosa, os peitos enormes. Mas aquilo vai formando um lado bom SEU e, no final, ela dá à luz e você entende todo o processo” e acho que ele não poderia ter explicado melhor o que é essa maluquice de empreender.
Antes de começar, esclareço: o tema deste artigo não é marketing viral, e eu não estou sugerindo com o título acima que eu seja a solução praqueles clientes que tanto pedem: “eu tava querendo um viralzinho!” ;-)
O assunto é empreendedorismo e outro dia, conversando com um amigo sobre as dificuldades de tocar um negócio e especialmente de gerenciar pessoas, ele me contava que todo dia alguém está com alguma doença. Read the rest of this entry »
Este final de ano fiquei 2 semanas semi-desplugado. Baixei meus e-mails a cada 2 dias, dei uma olhadela na web, tuittei direto do iphone 1 ou 2 vezes apenas mas, no geral, estava unplugged.
Algumas rápidas conclusões: faz menos falta do que achamos e faz um bem enorme se livrar um pouco da vida corrida que se move pela web.
Li alguns livros (meu Kindle quebrou, então não foi um verão de leituras digitais ainda) entre eles 2 que falavam de buscas de auto-conhecimento: Comer, Rezar e Amar, mega-super-bestseller “de mulherzinha”, como dizem por aí, foi uma surpresa agradabilíssima. Leitura gostosa, rápida, um bate-papo muito bom com a escritora em suas buscas por se encontrar depois de vários relacionamentos mal sucedidos e um outro que narra a história de um pai e seu filho que saem dos EUA e resolvem cruzar o cabo Horn com um veleiro muito pequeno para o desafio, também em busca de se conhecerem melhor. Read the rest of this entry »

