No artigo da semana passada sobre as empresas terem ou não alma, os leitores levantaram algumas questões ótimas e polêmicas. Certamente que falar de alma de uma empresa, especialmente se ela for de produtos mais comoditizados como sabonete, por exemplo, é extremamente complexo e coisa para especialistas o que, diga-se, não é o meu caso.
A gente sempre tem uma Natura ou uma Dove para mostrar que dá pra ter alma até no sabonete, mas não quero polemizar agora, pois prometi aos meus leitores e provocadores voltar ao tema em breve. Leia mais »
Outro dia fui entrevistado sobre o Twitter e o mundo dos negócios. Uma das minhas respostas para que a ferramenta pudesse funcionar no ambiente corporativo é que as ações da empresa no Twitter tivessem alma, fossem feitas por uma pessoa real e contivessem verdade. Sem isso, ficará tudo absolutamente fake e disse que seria melhor não fazer.
A entrevista acabou e o jornalista não me fez uma pergunta que seria, a meu ver, a mais óbvia – e a mais importante: como uma empresa faz pra ter alma? Leia mais »
Ok, ok, ninguém agüenta mais falar de Twitter, mas não vou aqui profetizar nada nem falar do quão importante é o Twitter e nem se ele será a próxima onda da web. Não é nem um nem outro.
O que me atrai mesmo é observar as pessoas que usam o Twitter, como o fazem e ver os seus comportamentos. Fiz um artigo recentemente onde falava que as pessoas se revelam ao twittar, pois no impulso, em 140 caracteres e de forma meio distante dos leitores cabe tudo, de elogio a xingação e, claro, até mesmo avacalhação dos próprios amigos. Por 15Mb de Fama muita gente se revela. Leia mais »
Tenho participado de muitos papos sobre empreendedorismo – como sempre – e uma das discussões que aparece com enorme reincidência é a coisa do investidor, um bicho estranho, mais raro que algumas espécies em extinção aqui no Brasil e estigmatizado de tudo o que é jeito por aí.
Todo mundo já deve ter se defrontando com o clássico dilema ético que, com versões diferentes, mas o mesmo moral da história, diz algo mais ou menos assim: houve um acidente com um barco, você e um amigo resolvem nadar até a costa para buscar socorro. Depois de um tempo, você percebe que seu amigo está fraco demais e se afogando e entende que se parar de ajudá-lo, talvez ainda tenha forças para chegar à praia, avisar as pessoas e providenciar resgate para todos os outros. Salvam-se você e os restantes no barco. Você larga seu amigo, ou não o abandona, arrisca até o final sob o risco de morrem os dois e todos os passageiros do barco? Leia mais »
Se você confronta as notícias dos jornais e sites pela manhã com seu dia-a-dia, pode estar sentindo como eu, algumas diferenças estranhas. A crise nunca chega igual para todos, nem na mesma hora. Para alguns ela vira de fato oportunidade, muitas vezes até pela mais pura sorte. Sua empresa estava bem posicionada e passa a ser uma saída mais econômica, por exemplo, em um mercado em contração e você cresce em meio à recessão.
Mas, via de regra, tocar o negócio em tempos de crise é muito mais complicado do que em tempos de bonança, isso é fato. Mas é fato também que tem que se continuar tocando, com mais determinação do que nunca. Leia mais »
I’ve been thinking about empathy and the Internet non-stop for the
past week. If you, the jury, will give me some room to operate, I
think I’ve got a couple of important, if imperfect, points to share.
It might take me some time to get there; two or three thousand words
to be exact.
This past week, I camped out at the Sundance Film Festival for the
premiere of a documentary film about my friend Josh Harris titled “We
Live in Public.” It’s a cautionary tale about the dehumanizing effects
of technology, a somber topic that we all need to consider in the age
ofFacebook, blogging, linkbaiting, and, sadly, the MySpace and
JustinTV suicides. Leia mais »
140 caracteres de onde você estiver, o tempo todo, o dia todo, com o fígado, sem censura, humor livre, rápido, fácil e sem exigir grande esforço mental, faz com que as pessoas se sintam à vontade para – percebendo ou não – serem elas mesmas.
E isso é bom, mas é bizarro também.
Se no chat, lá nos primórdios da web, a gente era quase sempre personagem, afinal era o início do voyerismo cibernético, nos blogs já nos tornando mais nós mesmos, com textos mais pensados, com mais profundidade e autenticidade, agora nos microblogs, apesar de textos super curtos, viramos 100% nós mesmos, penso. Leia mais »
Todo mundo já deve ter feito o exercício de colocar seu próprio nome no Google e olhar o que a web – e não há coisa mais abstrata, sem dono, global e ampla do que isso – fala de você.
Fora as coisas assumidamente pessoais como os Orkuts, Facebooks, MSNs, Flickrs e Twitters, as profissionais como os LinkedINs, e-cademys, blogs, a gente descobre tudo que o mundo fala da gente. Leia mais »